Sexta-feira, Abril 4, 2025
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Laudos não comprovam suposto abuso sexual a garota de programa no Sion, em BH

Os laudos médicos e periciais não comprovaram crime de estupro de vulnerável da trabalhadora sexual que registrou boletim de ocorrência contra um cliente no bairro Sion, na Regional Centro-Sul de Belo Horizonte. O inquérito policial foi concluído nesta quarta-feira (26).

O suspeito foi indiciado pelo crime de lesão corporal com motivação de gênero. Ele alega que houve uma discussão com a mulher após a realização do programa sexual e que ela pediu por novos pagamentos, o que gerou um desentendimento entre os dois.

Os laudos

Em entrevista à Itatiaia, a delegada Larissa Mascotte, da Delegacia Especializada de Combate à Violência Sexual, informou que “não houve elementos capazes de comprovar as alegações da vítima” e que “nenhum dos elementos corroboraram a alegação de que a vítima estava em estado de vulnerabilidade”.

A trabalhadora sexual alegou que não se lembrava de ter relações sexuais com o cliente após ingerir uma bebida alcoólica. Os exames não detectaram substâncias sedativas, tranquilizantes, calmantes ou hipnóticas no organismo da denunciante.

“Concluindo assim, com os demais elementos que foram produzidos, análise de câmeras de segurança e outros laudos periciais, não ficou comprovada a situação de vulnerabilidade da vítima ou a ausência de capacidade de discernimento e resistência ao ato sexual”, afirmou a delegada.

Suspeito está preso

O indiciado foi preso em flagrante, teve a prisão convertida em preventiva e continua preso até a publicação desta reportagem. A delega afirmou que a Justiça foi informada da conclusão do inquérito e que pode ser realizada uma nova análise da situação do suspeito.

*Por Rádio Itatiaia

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